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| Acusado |
O Poder Judiciário do Estado do Ceará, através do Tribunal do Júri da
Vara Única da Comarca de Varjota realizou nesta quinta (03/07/14), com
início às 09h00, no Plenário do Tribunal do Júri, no Fórum de Varjota, o
julgamento de mais um acusado de homicídio.
Desta vez quem sentou no banco dos réus foi Antonio Cícero de Sousa de
Oliveira, 19 anos, natural de Varjota, Residente na rua do Balneário,
desempregado.
Ele é acusado de na madrugada de sábado, dia 02 de julho de 2011, ter
assassinado com aproximadamente 18 facadas, a vítima João Paulo Matias,
conhecido entre os amigos como Nêgo João Paulo, 25 anos, vaqueiro,
residente na fazenda Leandro, (balneário) natural de Varjota.
Na época, nossa reportagem, através der Roberto Lira acompanhou a
operação da polícia comandada pelo o sargento Valério, que prendeu o
homicida em casa, de onde ele foi levado pelos policiais até às margens
do açude araras, onde o mesmo confessou que jogou a arma (faca) usada no
crime.
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| Sargento Valério. |
Na ocasião, Roberto Lira entrevistou Cícero. Na versão dele, ele estava a
pé e a vítima conduzia uma moto, desceu e veio ao seu encontro com uma
estaca e o acusado com uma faca, com a qual efetuou as facadas em João
Paulo, que morreu no local. A causa seria uma rixa antiga. De acordo o
acusado, o mesmo e sua família já havia sido agredidos pela vítima.
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| Vítima. |
O julgamento foi marcado pelo Meritíssimo Juiz Presidente do Tribunal do Júri, Dr. Antônio Washington Frota, que o presidiu.
Na parte da acusação, o Ministério público esteve representado pelo Promotor de Justiça Dr. Vander, em respondência, em Varjota.
A defensora do acusado foi a Dra. Antonia de Maria Ximenes Caetano,
advogada, que foi nomeada pela Justiça para fazer a defesa dos mesmos,
pois eles não contrataram advogado e como a lei não permite alguém ser
julgado sem um defensor (advogado), a mesma foi nomeada. Os acusados não
tiveram como negar o crime e confessaram. O senhor promotor foi
bastante forte na acusação.
Mas a Dra. Antonia de Maria convenceu aos jurados que o réu não merecia
uma pena máxima, ao mostrar que ele era réu-primário, confessou o crime,
desde o dia do crime que estava preso (há mais de 3 anos), bom
comportamento na cadeia, nunca fugiu nem tentou.
O acusado tem vários familiares com problemas mentais e poderia ter
também algum distúrbio mental, mas isso não foi provado nem considerado.
Ao final, Antonio Cícero foi condenado a 7 anos e 7 meses de reclusão. O
acusado continua preso na cadeia de Varjota, mas como já cumpriu mais
de 3 anos, pela forma como a lei determina, o mesmo deve passar em breve
para o regime semi-aberto.
Desde que Dr. Washington, juiz assumiu a Comarca e que o Dr Vander ,
promotor está representando o Ministério Público, os mesmos tem
conseguido, com muito esforço, dar uma maior celeridade nos trabalhos
judiciais, no fórum varjotense.
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| Promotor Dr Vander, Juiz Dr. Washington e advogada Dra. Antonia de Maria. |






