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"Bandigata" é presa com joias roubadas de assalto milionário em shopping

 

A Polícia Militar do Paraná prendeu uma mulher identificada como Alice Vitória, conhecida no submundo do crime pelo apelido de “Bandigata”. Ela foi flagrada com parte das joias valiosas que haviam sido ostensivamente roubadas durante um assalto a uma joalheria dentro de um shopping de Curitiba, na quarta-feira (24/6). A prisão por receptação é um desdobramento direto do assalto violento registrado na última segunda-feira (22), que causou pânico em dezenas de clientes e funcionários do centro de compras.


Rastreamento de Veículos Levou PM Até a Suspeita

Durante a abordagem e a varredura no local onde a suspeita se escondia, os policiais militares apreenderam um verdadeiro arsenal de peças de luxo. Entre os itens recuperados estavam pares de brincos, correntes, anéis, colares, pingentes e pulseiras de alto valor de mercado.

De acordo com o tenente Alexandre Frankenberg, a chave para desvendar o paradeiro do lote roubado foi a inteligência policial. O setor de monitoramento da PM mapeou os veículos utilizados pelos assaltantes na fuga do shopping, traçando a rota exata que levou as equipes de campo até o esconderijo de Alice Vitória.


Terror no Shopping Teve Refém e Tiros na Fuga

O assalto que originou a operação foi marcado por momentos de puro terror. Conforme os relatórios da investigação, os criminosos agiram com extrema violência: uma mulher foi feita refém sob a mira de armas de fogo e disparos foram efetuados dentro do estabelecimento para abrir caminho e conter a reação de seguranças.

A Polícia Civil assumiu o caso em definitivo e trabalha agora para cruzar dados de inteligência, buscando identificar a identidade de todos os executores que entraram armados na joalheria e recuperar o restante das mercadorias que ainda não foram localizadas.


Linha de Investigação Aponta para "Kainan Matador"

Informações preliminares divulgadas pelo programa Cidade Alerta indicam que o assalto ao shopping pode ter sido orquestrado por uma liderança de peso no crime organizado. O suposto mandante da ação seria Kainan Matador, indivíduo que figura na lista dos criminosos mais procurados e perigosos do país.

Até o fechamento desta reportagem, a Polícia Civil do Paraná tratava a informação com cautela e ainda não havia confirmado oficialmente o envolvimento do megatraficante no inquérito. Novas prisões e operações de busca são aguardadas para as próximas horas, à medida que o rastreio financeiro e de receptadores avança no estado.

Via portal do Tupiniquim

Homem é preso por planejar matar o filho para não pagar pensão no ES

Suspeito confessou o plano em mensagens enviadas ao ChatGPT. 

 

capa da noticia
Legenda: A prisão aconteceu na zona rural de São Gabriel da Palha, no último dia 19 de junho. Foto:   Divulgação / PCES.
 

O caso chegou à polícia brasileira através de denúncia feita pelo Federal Bureau of Investigation (FBI), após o suspeito confessar o plano em mensagens enviadas ao ChatGPT

A prisão aconteceu na zona rural de São Gabriel da Palha, no último dia 19 de junho, um dia antes da data em que o crime aconteceria, segundo o delegado adjunto da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), Ícaro Olimpio.

"Ele enviava mensagens para a Inteligência Artificial e, nessas mensagens, abrindo o seu coração, ele dizia que estava contratando um pistoleiro para matar o seu filho, um filho que ele não tinha contato, de uma ex-companheira", disse. 

Segundo o delegado, a polícia norte-americana encaminhou as informações ao Ministério da Justiça brasileiro, que, por sua vez, as repassou à Polícia Civil do Espírito Santo.

"Os elementos foram fornecidos pela própria empresa responsável por essa Inteligência Artificial e através das conversas mantidas, desse arquivo de dados que nos foi encaminhado, nós tivemos elementos suficientes para poder prevenir esse grave crime que estava prestes a acontecer", acrescentou Ícaro Olimpio.

Ele relatou nas mensagens que pretendia matar a criança e citou já ter em sua posse uma arma, uma corda e cianeto. Ainda conforme a Polícia Civil, o suspeito também revelou a intenção de invadir escolas e igrejas para fazer o maior número de vítimas possível.

Em depoimento, o homem negou qualquer intenção de matar a criança. Ele deve responder por ameaça, incitação ao crime e tentativa de homicídio. O telefone celular dele foi apreendido e passará por perícia. 

 

(Diário do Nordeste) 

Fim dos tempos: jovem envenena a própria mãe a pedido da namorada; "se livra dessa puta"

 
 
Um jovem de 22 anos, identificado como Nicolas do Carmo, foi preso acusado de tentar matar a própria mãe por envenenamento em Mairiporã, na Grande São Paulo. O caso veio à tona na quarta-feira (24) e ganhou repercussão após a divulgação de mensagens que revelariam detalhes do suposto plano criminoso.

De acordo com o boletim de ocorrência, Nicolas e sua namorada, uma adolescente grávida de sete meses, são suspeitos de adicionar veneno na comida de Aparecida Francisca dos Santos Nunes ao longo de vários meses. As investigações indicam que, diante da demora para que a vítima apresentasse consequências mais graves, o casal passou a discutir outras formas de cometer o crime.

A descoberta ocorreu após Margarida dos Santos Moussa, irmã de Aparecida, acessar o celular de Nicolas durante uma discussão relacionada a movimentações financeiras consideradas suspeitas nas contas bancárias da vítima.

Ao verificar conversas armazenadas no aparelho, Margarida encontrou mensagens que, segundo a Polícia Civil, mostram Nicolas e a adolescente discutindo a utilização de veneno para ratos e veneno para formigas na alimentação de Aparecida e de seu companheiro, Wescley Correa Bandeira.

Em uma das mensagens analisadas pelos investigadores, Nicolas teria enviado uma fotografia do alimento supostamente contaminado acompanhada da frase: "Pronto, veneno pronto. Tô nervoso, amor. Tive que macetar, era em grão".

As conversas também revelariam diálogos sobre o possível velório da vítima, o que reforçou as suspeitas dos investigadores sobre a intenção do casal.

Segundo relatos colhidos pela polícia, Aparecida vinha sofrendo há cerca de um mês com dores abdominais, vômitos e episódios frequentes de mal-estar. Wescley também apresentou sintomas semelhantes, incluindo diarreia intensa e sangramento nas fezes.

Após a denúncia, os dois foram encaminhados ao Hospital Anjo Gabriel, onde receberam atendimento médico devido à suspeita de envenenamento.

Durante o interrogatório, Nicolas confessou ter colocado veneno para formigas na comida da mãe e do padrasto, embora tenha negado o uso de chumbinho. Em depoimento, ele afirmou que a ideia do crime teria partido da namorada.

“O plano e a ideia de matar minha mãe foi da Beatriz, tanto com veneno quanto com faca”, declarou à polícia, segundo o registro da ocorrência.

O jovem também admitiu ter realizado movimentações financeiras sem autorização utilizando cartões bancários pertencentes à mãe.

De acordo com a investigação, a adolescente teria incentivado Nicolas a praticar o crime para que o casal pudesse viver sem interferências familiares. A versão da menor foi colhida na presença de um responsável legal, e ela poderá responder por ato infracional equivalente aos crimes investigados.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em flagrante de Nicolas em prisão preventiva. Os investigadores também pediram a internação provisória da adolescente na Fundação Casa e a quebra de sigilo dos celulares apreendidos para aprofundar a apuração.

Aparecida solicitou medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha. O caso segue sendo investigado, e a polícia busca esclarecer a extensão do suposto envenenamento, além de verificar a possível prática de outros crimes relacionados ao casal.

Via portal Folha do Estado

Crueldade: idosa de 75 anos é expulsa de casa pelo próprio filho durante a madrugada

 
 
Uma idosa de 75 anos teria sido expulsa de casa pelo próprio filho durante a madrugada na cidade de Presidente Juscelino, no Maranhão. O caso, que ganhou repercussão entre moradores da região, ocorreu por volta das 3h da manhã e gerou forte indignação na comunidade.

De acordo com relatos, o homem teria chegado à residência em estado alterado e, após uma discussão, colocou a mãe para fora de casa. A vítima, já em idade avançada, ficou desamparada durante a madrugada, situação que chamou a atenção de vizinhos e moradores.

O episódio reacendeu o debate sobre a violência contra idosos e a importância da proteção familiar, especialmente diante do aumento de denúncias envolvendo maus-tratos, abandono e negligência contra pessoas da terceira idade.

 
Via portal O Alerta Cidade

Escândalo no necrotério: Atendente do IML é preso por usar celular de cadáver para fazer Pix de R$ 7 mil para si mesmo

 
 
Um caso sem precedentes de desvio de conduta funcional chocou o funcionalismo público e os moradores da Baixada Santista. Daniel Nathan Ribeiro, de 36 anos, atendente de necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, foi preso pela Corregedoria da Polícia Civil. Ele é o principal investigado por acessar o smartphone de um homem recém-falecido, realizar uma transferência bancária via Pix no valor de R$ 7 mil para a sua própria conta corrente e, na sequência, destruir o aparelho para ocultar as provas do crime.


A Descoberta do Golpe pela Viúva

A investigação criminal que culminou na prisão do servidor público teve início no dia 24 de maio, quando a viúva da vítima compareceu ao 3º Distrito Policial de Santos para registrar um boletim de ocorrência de teor alarmante. O marido dela havia sido localizado sem vida na Avenida Mário Covas na semana anterior, tendo o corpo e os pertences pessoais encaminhados ao IML para os exames de praxe.

Ao dar início aos trâmites burocráticos e inventários para o encerramento das contas bancárias do falecido, a mulher tomou um susto: o extrato apontava uma transferência eletrônica de R$ 7 mil realizada com o selo de urgência do Pix. O dado mais perturbador era o carimbo de data/hora (timestamp): a transação havia sido efetuada depois que o óbito do marido já estava oficialmente registrado e o corpo estava sob a custódia do Estado. Além disso, ao reaver o celular do companheiro, ela notou que o hardware estava fisicamente danificado e com o histórico de mensagens apagado.


Mandado de Prisão e Quatro Crimes Enquadrados

Os investigadores da Corregedoria da Polícia Civil cruzaram os dados bancários da transação e confirmaram que a chave Pix de destino pertencia diretamente à conta pessoal de Daniel Nathan. Diante da robustez das evidências materiais, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra o atendente, que foi cumprido imediatamente.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o funcionário público responderá a um processo rigoroso na esfera criminal e administrativa, estando formalmente indiciado por quatro condutas ilícitas graves.

Em nota oficial, a instituição policial reforçou de forma categórica que não compactua com desvios éticos ou operacionais de seus quadros e que adotará sanções disciplinares severas, que podem incluir a demissão a bem do serviço público. A defesa de Daniel Nathan Ribeiro não foi localizada para comentar as acusações até o fechamento desta edição, mas o espaço do portal permanece aberto para manifestações formais.

Via portal Do Tupiniquim

Mulher é encontrada decapitada em apartamento; filho confessa o crime

 
 
Detalhes revelados pela Polícia Militar (PM) apontam os momentos que antecederam a morte de Jussara Maria Rodrigues, de 54 anos, encontrada sem vida nesta segunda-feira (22) dentro do apartamento onde morava, no bairro Nova Cachoeirinha, região Noroeste de Belo Horizonte.

Segundo informações colhidas pela corporação junto a vizinhos, a vítima teria feito um apelo ao filho pouco antes de ser morta.

“Não faz isso, filho, eu te amo”, teria dito Jussara, de acordo com testemunhas.

O corpo foi localizado em um dos quartos do imóvel, no 9º andar do Edifício Halley. O principal suspeito do crime é o próprio filho da vítima, de 27 anos, que confessou o homicídio durante a abordagem policial.

Familiares e moradores do prédio acionaram a Polícia Militar após cerca de três dias sem contato com Jussara e diante de preocupações com o comportamento do jovem, que possui histórico de esquizofrenia, segundo relatos apurados no local.

Ao chegarem ao apartamento, os militares precisaram arrombar a porta. O suspeito foi encontrado sem camisa e descalço, sem oferecer resistência.

De acordo com o sargento Gleidson Wellys, do 34º Batalhão da Polícia Militar, a confissão ocorreu logo no início da ocorrência.

“A primeira coisa que perguntamos para ele é onde estava a mãe. Aí ele falou que tinha matado ela e que o corpo estava no quarto”, relatou.

No cômodo indicado, os policiais encontraram uma cena de extrema violência. Segundo a PM, a vítima apresentava múltiplos ferimentos provocados por arma branca e estava decapitada.

“Quando eu cheguei no quarto, realmente foi uma cena horrível. Ela estava decapitada e com muitas perfurações”, afirmou o sargento, que disse nunca ter presenciado uma ocorrência semelhante em duas décadas de atuação.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado ao Hospital Municipal Odilon Behrens para avaliação médica e, posteriormente, seria levado à delegacia.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime. A causa da morte e a dinâmica dos fatos serão confirmadas por meio de perícia, e novas informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações.

Fonte: Folha do Estado

Estupro coletivo é investigado em BH; suspeitos são menores e pais teriam coagido mãe de vítima

Adolescente de 17 anos teria sofrido o crime na noite do dia 12 de junho. 

 

Na imagem, uma foto em primeiro plano focada na palma da mão aberta de uma pessoa estendida em direção à câmera em um gesto de
Legenda: Jovem suspeita que alguém tenha colocado uma substância na bebida que ela estava tomando. Foto: Shutterstock/Wasu Watcharadachaphong.

 

Investigação realizada pela Polícia Civil de Belo Horizonte (MG) apura um caso de estupro coletivo realizado na noite do último dia 12 de junho, em Contagem, Região Metropolitana do município. A vítima, segundo o Boletim de Ocorrência, é uma adolescente de 17 anos.

Conforme o relato da adolescente, ela estava sozinha em casa após a saída dos pais quando recebeu um grupo de pessoas. Havia outros oito adolescentes no lugar: duas amigas, o namorado de uma delas, um amigo do casal e outros quatro amigos da própria vítima.

Todos, segundo o g1, ingeriam bebida alcoólica, e a jovem suspeita que alguém tenha colocado alguma substância no líquido que ela estava tomando. Ela conta ter perdido a consciência e acordado nua, sem recordar dos acontecimentos.

Também disse não manter relacionamento amoroso com os envolvidos, e que conheceu parte deles por meio de um amigo de infância, que também estava na casa, mas não estaria no quarto no momento dos fatos.

Como tudo aconteceu, segundo a adolescente

No depoimento, a vítima detalha que, ao recobrar a consciência, encontrou dois adolescentes mantendo relação sexual sem consentimento. Destacou ainda que um terceiro jovem observava a situação naquele momento. 

Um quarto adolescente, que não estava no quarto quando ela acordou, teria admitido posteriormente, por meio de mensagens, que também teria abusado dela no início, mas que disse ter se arrependido e deixado o local.

A adolescente vítima foi encaminhada ao Hospital de Contagem, onde recebeu atendimento médico após registro do Boletim de Ocorrência.

Pais de suspeitos negociam acordo

Uma das mais recentes atualizações do caso diz respeito ao acordo que os pais dos suspeitos tentaram com a mãe da vítima. 

Enquanto a mulher acompanhava a filha, realizando exames e recebendo medicação no hospital, pais de dois envolvidos nos abusos foram até o local na tentativa de negociação.

 

Na imagem, captura de tela do arquivo
Legenda: Adolescente suspeito teria enviado mensagem à vítima com intenção de coagi-la.
Foto: Arquivo pessoal.

 

"Eles ficaram na porta, dois dos pais dos adolescentes abusadores, nos coagindo, querendo conversar para resolver o problema, como se uma conversa, um pedido de desculpa fosse resolver. As médicas ficaram revoltadas, acionaram o 180 e registraram boletim de ocorrência", relatou a mãe, também de acordo com o g1.

Na última quinta-feira (18), os suspeitos começaram a ser ouvidos pela Polícia Civil. Em nota, o órgão informou que a investigação segue sob sigilo na Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Contagem.

Por serem menores de idade, os adolescentes não respondem criminalmente da mesma forma que adultos. Caso o envolvimento seja comprovado, eles poderão responder por ato infracional análogo ao crime de estupro, com aplicação de medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 

(Diário do Nordeste) 

Servidor público amputa o próprio pé para receber R$ 1,5 milhão em seguro

Homem foi condenado e em maio desse ano e intimado a iniciar o cumprimento da pena na Bahia. 

 

imagem de um homem sem o pé direito sentando em uma cadeira
Legenda: Na época da ocorrência, em 2019, Vanderley disse à polícia ter perdido o membro durante um assalto seguido de sequestro. Foto: Reprodução de imagens do processo judicial.

 

O servidor público Vanderley dos Santos Gomes que atuava na cidade de Amélia Rodrigues, no Recôncavo baiano, e amputou o próprio pé para simular um assalto e tentar receber cerca de R$ 1,5 milhão em indenizações, começou a cumprir, em maio deste ano, as penas alternativas impostas pela Justiça. Ele foi condenado na Bahia por fraudar seguradoras.

O caso que ocorreu em 2019 e, agora voltou à tona após Vanderley perder recursos na Justiça baiana e não ter mais possibilidade de recorrer. Ele foi condenado por estelionato a dois anos de reclusão em regime aberto e a pena que foi convertida em prestação de serviços à comunidade por 720 horas e pagamento de prestação equivalente a cinco salários mínimos, no valor de R$ 7.590.

Na época da ocorrência, em 2019, Vanderley disse à polícia ter perdido o membro durante um assalto seguido de sequestro. No período ele também  havia contratado múltiplas apólices de seguro, cada uma com uma empresa referência no setor.

Como foi a farsa?

Em agosto de 2019, Vanderley, então com 26 anos, afirmou ter sido vítima de um assalto seguido de sequestro na cidade de Cruz das Almas. Segundo a versão apresentada por ele à polícia, dois homens armados o obrigaram a entrar em um carro, roubaram dinheiro, celular e pertences pessoais e o levaram até uma estrada de terra no povoado de Mercês, zona rural de São Gonçalo dos Campos.

Ele relatou que, no local, foi agredido, teve os olhos vendados e o pé direito amputado pelos criminosos antes de ser abandonado. Vanderley foi socorrido pela Polícia Militar e levado inicialmente ao hospital municipal, sendo depois transferido ao Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana.

No mesmo dia, policiais localizaram o pé amputado próximo a uma fazenda, junto com uma mochila, sapatos e outros objetos que, supostamente, teriam sido roubados.

Dias após a ocorrência, Vanderley iniciou os pedidos de indenização junto às seguradoras. O valor total das apólices contratadas chegava a aproximadamente R$ 1,5 milhão em caso de invalidez permanente. A atitude gerou alerta nas seguradoras. 

O que a investigação descobriu?

As investigações da Polícia Civil, do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e das seguradoras desmontaram a versão apresentada pelo servidor. A principal suspeita surgiu após a descoberta de que, poucas semanas antes do suposto crime, Vanderley havia contratado quatro seguros de vida e acidentes pessoais.

A primeira apólice foi firmada em 17 de junho de 2019 com a Tokyo Marine, com cobertura de R$ 800 mil. Dois dias depois, contratou outro seguro com a Allianz, no valor de R$ 400 mil.

Em 29 de junho, fez uma terceira apólice com a Zurich Minas Brasil Seguros, também de R$ 800 mil. Por fim, contratou um quarto seguro com a Sompo Seguros, com cobertura de R$ 100 mil.

O volume de apólices em curto intervalo de tempo, somado ao rápido pedido de indenização imediato após a mutilação, despertou suspeitas no sistema de inteligência das seguradoras.

Durante a apuração, perícias, relatórios médicos, documentos e depoimentos apontaram inconsistências na narrativa. Para investigadores e magistrados, a história de um sequestro seguido de amputação sem pedido de resgate ou qualquer outra vantagem aos supostos criminosos era inverossímil.

Condenação na Justiça

A Justiça concluiu que Vanderley planejou a fraude ao contratar os seguros e provocar a própria mutilação para receber as indenizações.

Na primeira instância, a defesa pediu absolvição por insuficiência de provas. No recurso ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), sustentou novamente que não havia comprovação de que ele tivesse planejado a fraude ou causado a própria lesão.

Em 2025, a maioria da Segunda Câmara Criminal manteve a condenação. A relatora original da apelação votou pela absolvição, mas foi vencida pelos demais desembargadores, que consideraram robusto o conjunto probatório.

A defesa ainda tentou levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas não teve sucesso. A Justiça baiana entendeu que todos os pontos levantados já haviam sido devidamente analisados durante o processo.

Com o trânsito em julgado, Vanderley foi intimado em maio de 2026 a iniciar o cumprimento da pena.

 

(Diário do Nordeste) 

Vice-prefeita é afastada por desviar R$ 41 mil para pagar “amarração amorosa”

Segundo o Ministério Público, Juliana Maria Teixeira da Costa teria desviado R$ 41,2 mil para pagamento de ritual espiritual; defesa não se manifestou.
 
 
 
 
A vice-prefeita de Ribeira (SP), Juliana Maria Teixeira da Costa, está afastada do cargo desde agosto de 2025 após ser denunciada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por peculato. O caso envolve a suspeita de desvio de R$ 41,2 mil de recursos públicos que, segundo a investigação, teriam sido usados para custear uma suposta “amarração amorosa”.

De acordo com o MP-SP, o valor teria sido destinado ao pagamento de uma mãe de santo para a realização de um ritual com o objetivo de afastar o então coordenador municipal de Saúde, Lauro Olegário da Silva Filho, de sua esposa e criar um vínculo afetivo com a vice-prefeita.

As investigações apontam que o pagamento não teria sido feito diretamente. O repasse, segundo o Ministério Público, teria ocorrido por meio da empresa W.F. da Silva Treinamentos, contratada pela Prefeitura. O proprietário, Willian Felipe da Silva, também foi denunciado, assim como o próprio coordenador municipal de Saúde.


A defesa de Juliana não se manifestou sobre as acusações até o momento.

A responsável pelo ritual, identificada como Mentora Samantha, afirmou que o valor combinado pelo trabalho seria de R$ 380 mil e disse ter tido prejuízo após não receber o montante integral. “Expliquei para ela que era um sacrifício muito forte, que a espiritualidade ia dar ele por inteiro para ela”, declarou.

Segundo o Ministério Público, os investigados também são apontados como integrantes de uma suposta associação criminosa que teria atuado entre 2021 e 2024 em fraudes em licitações na área da saúde no município, com uso de notas fiscais falsas e desvio de recursos públicos.

Diante das suspeitas, a Justiça determinou a suspensão de contratos ligados aos pregões investigados. O MP inclui entre os crimes atribuídos à vice-prefeita associação criminosa, fraude à licitação, uso de documento ideologicamente falso e peculato.

Em tese, especialistas ouvidos no processo indicam que, caso haja condenação com a soma das penas, a punição poderia chegar a cerca de 12 anos de reclusão, além de eventual cumprimento inicial em regime fechado, dependendo da decisão judicial.

Além das implicações penais, o caso pode gerar efeitos na vida política da vice-prefeita. Em condenações por crimes contra a administração pública, a legislação prevê a possibilidade de perda do cargo e ressarcimento dos valores desviados.

No campo eleitoral, também pode haver enquadramento na Lei da Ficha Limpa, o que poderia levar à inelegibilidade por período previsto em lei, caso haja condenação definitiva. A investigada ainda responde a uma ação de improbidade administrativa, que pode resultar em multa civil, suspensão dos direitos políticos e perda da função pública, se as acusações forem confirmadas pela Justiça.

Via portal Folha do Estado

Morador impede tentativa de sequestro de criança em SP

 
 
Uma tentativa de sequestro de uma criança foi frustrada na tarde desta terça-feira (16), em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, após a intervenção de um pedestre que percebeu a ação e impediu que o menino fosse levado pelos suspeitos.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), dois homens chegaram ao local em um táxi. Ao desembarcar na Rua Moreira Neto, um dos suspeitos se aproximou de uma criança que andava de bicicleta e tentou colocá-la à força dentro do veículo.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o homem segura o garoto pelos braços e o arrasta em direção ao táxi. Um morador percebe a situação, corre para ajudar e consegue retirar a criança das mãos do suspeito antes que ela fosse colocada no carro.

Após a tentativa frustrada, os dois homens tentaram deixar o local. Segundo a SSP, o motorista do táxi desligou o veículo, impedindo a fuga. Em seguida, moradores cercaram os suspeitos e os retiraram do automóvel.

A esposa do taxista, Karolyne Assis, afirmou que o motorista havia sido contratado para uma corrida e que os passageiros disseram que buscariam uma criança por uma suposta disputa de guarda. Eles pediram que ele aguardasse no local com o taxímetro ligado.

Diante da movimentação e da resistência do menino, o motorista decidiu permanecer atento. Depois da ação dos suspeitos, ele ordenou que os homens deixassem o veículo.

A Polícia Civil realiza diligências para identificar os autores e analisa imagens que possam auxiliar na elucidação do caso. Até o momento, a vítima não foi identificada. Também, até a publicação desta reportagem, os suspeitos não haviam sido identificados nem presos, mas vídeos compartilhados nas redes sociais mostram que os dois homens foram pegos pela população. A Polícia Civil segue investigando o caso. Via portal Pleno News

Mulher é achada degolada horas após marido morrer em batida de carro

Polícia suspeita que Diego da Silva Rodrigues tenha matado Sara Letícia Antunes Oliveira Rodrigues e cometido suicídio em rodovia de SP

 

Imagem colorida mostra mulher encontrada degolada horas após marido morrer em batida de carro. Metrópoles


A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de um casal em Itapetininga, interior do estado, nessa terça-feira (16/6). Diego da Silva Rodrigues, de 35 anos, morreu após um acidente de trânsito por volta das 6h. Algumas horas depois, a esposa dele, Sara Letícia Antunes Oliveira Rodrigues, de 25, foi encontrada degolada dentro de casa. As autoridades suspeitam de que Diego tenha matado Sara e também provocado o acidente que causou sua morte.

Segundo o boletim de ocorrência, o irmão de Sara recebeu uma ligação comunicando sobre o acidente de trânsito envolvendo o cunhado. No telefonema, ele também foi informado de que a mulher não estava respondendo às tentativas de contato.

O irmão foi até a casa de Sara, mas não conseguiu localizá-la. Então, decidiu ir até o pronto-socorro e o Plantão Policial, também sem sucesso. Pouco tempo depois, ele foi informado de que o cunhado havia morrido no acidente.

Aos policiais, ele relatou que o cunhado apresentava comportamentos de “descontrole emocional”, por isso passou a suspeitar de que algo tivesse acontecido com Sara. O irmão voltou à residência, pulou o muro e, dentro do imóvel, identificou Sara degolada na cama com manchas de sangue. Ele chamou o socorro e tentou reanimar a irmã por cerca de 30 minutos, mas não obteve sucesso.


Carro invadiu a contramão

  • Diego da Silva Rodrigues morreu após uma batida de trânsito com um caminhão na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), altura do quilômetro 185.
  • Segundo informações da equipe da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o caminhoneiro relatou que trafegava normalmente quando o carro dirigido por Diego invadiu a contramão.
  • O motorista da carreta disse que não teve tempo de desviar, e os dois veículos colidiram frontalmente.
  • O caminhoneiro ficou preso nas ferragens, mas foi socorrido sem ferimentos graves.

A certidão de casamento e o celular de Diego foram apreendidos e serão periciados. O caso foi registrado como feminicídio no 3º Distrito Policial de Itapetininga. Segundo a polícia, os indícios sugerem que Diego matou a esposa e depois cometeu suicídio.

 

(Metrópoles) 

Mulher é investigada por dopar homem, roubar pertences e divulgar imagens íntimas após encontro

 
 
Uma mulher está sendo investigada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por suspeita de dopar um homem, roubar seus pertences e divulgar imagens íntimas da vítima após um encontro ocorrido no Distrito Federal. O caso chamou a atenção das autoridades pela combinação de crimes envolvendo violência, subtração de bens e exposição da intimidade da vítima.

De acordo com as investigações, a suspeita teria utilizado medicamentos para tentar sedar o homem. Após a ingestão da substância, a vítima teria sido agredida e teve objetos pessoais levados. Além do roubo, imagens íntimas do homem teriam sido divulgadas sem sua autorização, ampliando a gravidade do caso.

A Polícia Civil apura as circunstâncias da ocorrência e busca esclarecer a sequência dos fatos. A divulgação não autorizada de conteúdo íntimo é considerada crime pela legislação brasileira, podendo resultar em pena de prisão, além de outras responsabilizações judiciais.

O caso segue sob investigação e as autoridades trabalham para reunir provas e concluir o inquérito policial.

 
Via portal Folha do Estado

Ossada humana é encontrada dentro de mala despachada em ônibus. Veja vídeo

Ônibus que saiu de São Paulo e tinha como destino o Piauí foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal na BR-020, no Distrito Federal 

 

ossada humana PRF


O conteúdo de uma mala velha e com cadeado que estava no bagageiro de um ônibus surpreendeu agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF-DF) nesta sexta-feira (12/6). Em uma abordagem na BR-020, em Planaltina (DF), os policiais encontraram uma mala precária e lacrada, sem documentação. Ao abrirem a bolsa, os policiais encontraram ossadas humanas e um saco de cinzas com nome de uma mulher dentro da bolsa. 

 

 

Conforme apurado pela PRF, a mala foi despachada em São Paulo e tinha como destino final o município de Campo Alegre de Lourdes (BA). O ônibus seguiria até Guaribas (PI).

“No interior da bagagem, os policiais encontraram um saco contendo ferramentas de construção civil e uma caixa plástica. Ao verificarem o conteúdo da caixa, localizaram uma ossada humana sem qualquer identificação. Também foi encontrado um invólucro contendo cinzas humanas acompanhado de uma etiqueta com o nome de uma mulher”, informou a PRF em nota.

A abordagem

O policial responsável pela abordagem, Genaro Mendes, afirmou que a situação foi muito inusitada e que a forma como a mala estava disposta chamou a atenção.

“Essa foi uma situação bastante inusitada para a nossa equipe. Quando fiscalizamos ônibus de turismo, normalmente estamos atentos à localização de drogas, armas, medicamentos irregulares e outros ilícitos. Desta vez, porém, encontramos uma ossada humana e cinzas humanas sendo transportadas sem a documentação sanitária exigida e sem as condições adequadas para esse tipo de transporte”, afirmou Mendes.

“Outro detalhe que chamou a atenção foi a própria bagagem. Era uma mala bastante antiga, mas fechada com um cadeado de boa qualidade. Aquilo despertou minha curiosidade. Pensei: ‘Tem alguma coisa errada aí’. Quando abrimos a mala, encontramos ferramentas de construção civil bastante usadas, como alicate, facão e prumo. Naquele momento, me perguntei por que alguém despacharia ferramentas antigas em uma mala trancada com tanto cuidado. A resposta apareceu logo em seguida. Junto das ferramentas, estavam a ossada e as cinzas humanas. Foi então que entendemos o motivo de toda aquela preocupação em manter a bagagem fechada“, detalhou o policial.

Esse tipo de carga precisa de uma autorização formal para translado que inclui guias de translado (emitidas pela administração do cemitério ou Vigilância Sanitária) e o uso de urnas adequadas. O transporte irregular configura, em tese, o crime de Vilipêndio a cadáver – Art. 212 da Lei nº 2.848/1940 (Código Penal) e Perigo para a vida ou saúde de outrem Art. 132 da Lei nº 2.848/1940 (Código Penal).

Em razão da falta de documentação, o material apreendido, o motorista responsável pelo veículo no momento da abordagem e os demais elementos relacionados à ocorrência foram apresentados na 16ª Delegacia de Polícia Civil, em Planaltina, para os procedimentos cabíveis.

O proprietário da carga não foi localizado. A investigação continua para a apurar as responsabilidades dos envolvidos.

 

(Metrópoles) 

Material radioativo: Funcionários denunciam contaminação

Caso aconteceu em São Paulo

 

Material radioativo (Imagem ilustrativa) Foto: Unsplash.

 

A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) solicitou esclarecimentos após denúncia sobre possível contaminação por material radioativo no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), localizado no campus da Universidade de São Paulo (USP), Zona Oeste da capital paulista.

– Nesses casos, a ANSN adota procedimento regular de verificação técnica, solicitando os registros e informações necessários à adequada avaliação da situação reportada – divulgou a autoridade, nesta quinta-feira (11).

Os relatos de contaminação com material radioativo nas dependências do Ipen levaram o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de São Paulo (Sindsef-SP) e a Associação dos Servidores do Ipen (Assipen) a solicitar posicionamento oficial e providências em relação à ocorrência.

O Ipen é uma autarquia vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) do Estado de São Paulo e gerida técnica e administrativamente pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Segundo as entidades de trabalhadores, a solicitação foi enviada às direções do Ipen e da CNEN.

Em nota, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) confirmou que o incidente consta em Relatório de Ocorrência Interna (ROI) nº 04/2026, de 29 de maio de 2026. O relatório segue para análise da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN).

– O documento foi elaborado por profissionais habilitados em proteção radiológica, que analisaram detalhadamente o episódio envolvendo a presença de traços de tecnécio-99 durante a retirada de sensores biológicos de uma autoclave utilizada no processo produtivo do radiofármaco. Além disso, aponta as medições realizadas, os procedimentos adotados e os resultados obtidos – informou a comissão.

Segundo a CNEN, o relatório descreve que o incidente envolveu dois trabalhadores – Indivíduos Ocupacionalmente Expostos (IOEs) — os quais foram submetidos a exames in vivo (Contador de Corpo Inteiro).

– As contagens detectadas foram baixas e demonstraram que não houve contaminação interna. A contaminação ficou restrita à área controlada, do Centro de Radiofarmácia do Instituto – diz a nota.

Informações divulgadas pelo Sindsef-SP dão conta de que a situação teria exigido procedimentos emergenciais de descontaminação radiológica, retenção de roupas utilizadas pelos trabalhadores envolvidos, inclusive terceirizados, e atuação da equipe de Proteção Radiológica para controle da situação.

– Consta também que parte dos procedimentos de descontaminação teria ocorrido em locais não destinados especificamente para esse tipo de atendimento, o que levanta preocupações sobre a adequação da infraestrutura disponível e o cumprimento dos protocolos de segurança exigidos para atividades que envolvem materiais radioativos – diz nota do sindicato.

Diante da potencial gravidade do caso, a entidade solicita a divulgação de informações oficiais sobre a ocorrência, incluindo o material radioativo envolvido, o número de trabalhadores potencialmente atingidos, os níveis de contaminação detectados, os riscos à saúde e as medidas adotadas pela administração para contenção da ocorrência.

SUCATEAMENTO
– Este não é, infelizmente, um caso isolado. Diversos outros casos e eventos, não diretamente ligados à contaminação por material radioativo, vêm ocorrendo por conta dos cortes no orçamento, da redução do quadro de pessoal e também de deficiências de gestão – diz a entidade, ao lembrar de problemas ocorridos no Reator IEA-R1, como o incêndio da Sala de Controle, em março deste ano.

Os representantes dos trabalhadores ressaltam que já vinham denunciando o desmonte e sucateamento do Ipen, além de cobrar investimento em infraestrutura, concurso, contratação de servidores e a definição de uma verdadeira e soberana estratégia para o Programa Nuclear Brasileiro.

– O que vemos, ao contrário, é que os últimos governos, há mais de 15 anos, vêm, paulatina e continuamente, impondo a ideologia do neoliberalismo no Brasil. A política do “arcabouço fiscal” é só o coroamento desse processo de desmonte do Estado – acrescentou o Sindsef-SP.

Outro agravante, ainda segundo o sindicato, é que os servidores que trabalham com materiais ou substâncias radioativas estão com os seus exames médicos específicos atrasados em mais de um ano.

A USP informou, em nota, que apesar de estar localizado na Cidade Universitária, o Ipen é uma autarquia vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) de São Paulo e gerida técnica e administrativamente pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

*Com informações da Agência Brasil

Mulher é presa suspeita de abusar de adolescente por quase dois anos

 
 
Uma mulher de 46 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil sob suspeita de cometer abusos sexuais contra um adolescente de 15 anos em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital goiana.

De acordo com as investigações, o jovem relatou às autoridades que os episódios teriam ocorrido durante cerca de dois anos. Além das denúncias de violência sexual, a vítima afirmou que sofria restrições à liberdade e era mantida em situação de isolamento social.

O caso passou a ser apurado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que contou com o apoio do Conselho Tutelar no atendimento à vítima e nas diligências iniciais.

Após a coleta de informações e análise dos elementos reunidos pelos investigadores, a mulher foi detida em flagrante. A identidade dos envolvidos não foi divulgada pelas autoridades em razão da proteção legal assegurada ao adolescente.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do caso e verificar a existência de outros possíveis crimes relacionados aos fatos denunciados.

Via portal Folha do Estado

Operação prende ex-estagiário do MP e chefe de investigadores suspeitos de serem infiltrados do PCC

Foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária. 

 

1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) participou de operação.
Legenda: 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) participou de operação.
Foto: Arquivo/Reprodução/Instagram.

 

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deflagrou, nesta terça-feira (9), a Operação Infiltrados, novo desdobramento das Operações Pronta Resposta e Off White, que investiga a suposta infiltração de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) em órgãos públicos.

A ação também apura esquemas de corrupção, vazamento de informações sigilosas e extorsão. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) de Campinas, da Corregedoria da Polícia Civil e da Corregedoria da Polícia Penal estão a frente do caso.

Ao todo, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária nas cidades de Campinas e Cardoso, no interior paulista.

Entre os alvos estão um ex-estagiário do Ministério Público, um chefe de investigadores da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Campinas e um ex-policial civil já expulso da corporação anos atrás por envolvimento em extorsão mediante sequestro.

As investigações tiveram origem na Operação Pronta Resposta, deflagrada em agosto de 2025 para apurar a atuação de uma organização criminosa ligada ao PCC que estaria planejando um atentado contra o promotor de Justiça do GAECO Amauri Silveira Filho.

Encontro com criminoso

Durante o avanço das apurações, o GAECO descobriu que um dos principais suspeitos de coordenar o plano para assassinar o promotor se reuniu, dias antes da operação policial, com o chefe dos investigadores da DISE de Campinas. Vídeos apreendidos pelos investigadores mostram o encontro entre os dois, ocorrido às vésperas da ação que acabou frustrando o suposto atentado.

A suspeita é de que informações privilegiadas e sensíveis sobre as investigações tenham sido repassadas ao integrante da facção criminosa.

Outro núcleo investigado revelou um esquema ainda mais preocupante. Segundo o Ministério Público, um estagiário lotado em uma Promotoria Criminal de Campinas teria se infiltrado propositalmente na instituição para acessar bancos de dados e sistemas internos. Com as informações obtidas, ele teria identificado criminosos com elevado poder financeiro e passado a exigir dinheiro em troca de suposta proteção contra investigações.

De acordo com o GAECO, o esquema contava com a participação de outros agentes públicos, incluindo um policial penal e um ex-policial civil. As investigações também apontam que parte das extorsões pode ter sido praticada utilizando a conexão de internet de um escritório de advocacia.

Por envolver integrantes da Polícia Civil e da Polícia Penal entre os investigados, a operação contou com a atuação das corregedorias das duas instituições. A Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também acompanhou o cumprimento dos mandados realizados em escritório de advocacia.

As investigações prosseguem para identificar a extensão da atuação do grupo e esclarecer a eventual participação de outros agentes públicos no esquema criminoso.

 

(Diário do Nordeste) 

Influenciador que gravou suposto OVNI faz desabafo ao vivo: 'Não está sendo fácil'

Mayk Leão falou dos impactos negativos relacionados ao caso durante participação no "Domingo Legal" 

 

Homem com tatuagens no pescoço e barba, usando boné e casaco claro, falando ao microfone em uma entrevista ao vivo, em dois quadros com expressões diferentes.
Legenda: Avistamento presenciado por Leão ocorreu em um sítio no interior do Paraná. Foto: Reprodução / SBT.

 

O influenciador Mayk Leão, que ganhou notoriedade na semana passada por ter gravado um suposto Objeto Voador Não Identificado (OVNI), fez um desabafo ao vivo durante o programa "Domingo Legal", do SBT, nesse domingo (7).

Durante a atração, Leão se emocionou ao contar dos impactos que vem sentido na vida pessoal desde que publicou os primeiros vídeos, em 31 de maio.

"Eu tinha uma vida tranquila e não está sendo fácil. Está sendo muito difícil lidar com tudo o que estou passando”, afirmou.

Veja relato do influenciador Mayk Leão

Segundo o influenciador, ele jamais teria compartilhado as imagens se soubesse da repercussão que o episódio teria. “Eu não postaria isso se soubesse que teria arma apontada para os meus pais”, disse.

Ao apresentador Celso Portiolli, Leão também abordou as acusações sobre ele estar inventando toda a situação. "Eu jamais viria em rede nacional para mentir para o Brasil. O que eu vi na minha frente não é daqui", reiterou.

"O tamanho, as cores, o formato, a dimensão daquilo, passou igual uma pluma na minha casa. Eu sei que fiquei diante de algo extremamente avançado e inteligente. Foi permitido isso acontecer, porque não é para qualquer pessoa”, finalizou Leão.

O que aconteceu?

No fim de maio, Mayk Leão gravou stories no Instagram após presenciar acontecimentos estranhos no seu sítio, localizado em Campo Largo, no Paraná. Ele conta que percebeu algo de diferente após o comportamento agitado dos animais, e depois passou a escutar sons estranhos vindo da vegetação. 

Em outro momento, o influenciador passou a registrar vídeos que mostravam luzes concentradas em um ponto elevado da área de mata. 

"Gente estou muito assustado não sei o que era isso. Os sons de estalado a tarde em cima da casa e agr a noite essas luzes em um formato de prato lindíssimas acho q e a coisa mais linda que já vi. Gente por favor sem comentários odiosos eu realmente não sei o q é isso", escreveu o influenciador. 

Apesar de não ter identificado exatamente o que viu, Mayk fez um desenho do suposto objeto e muitas pessoas passaram a associar os relatos com a aparição de um Ovni na região.

 

(Diário do Nordeste) 

Ex-enteada de Jairinho detalha agressões que sofria aos 5 anos: 'Ele me afogava com o pé'

Ex-vereador foi condenado a mais de 43 anos pela morte de Henry Borel. 

 

Imagem desfocada de uma sala de audiência ou tribunal, com pessoas sentadas à mesa e microfones ao fundo, luzes no teto e um painel com números luminosos à esquerda.
Legenda: Mãe da vítima só descobriu as agresões após o término do relacionamento com Jairinho. Foto: Reprodução / TV Globo.

 

Uma jovem de 18 anos protagonizou um dos momentos mais marcantes, e sensíveis, dos 11 dias de julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e Monique Medeiros, acusados pela morte de Henry Borel, aos quatro anos de idade.

Em depoimento perante o 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, a mulher afirmou ter sido vítima de agressões de Jairinho quando tinha apenas cinco anos.

Segundo ela, os episódios ocorriam tanto na casa onde vivia com a mãe e o ex-vereador carioca quanto em motéis, onde era levada por ele para sofrer violências dentro da piscina.

"Ele ficava me afundando até eu encostar no chão. Aí me soltava, eu respirava e ele me afogava de novo com o pé dele me empurrando até o chão várias vezes", disse.

A testemunha também relembrou quando precisou usar um gesso no braço após Jairinho agarrá-la com muita força.

Ela ainda afirmou que nunca contou nada à mãe porque não queria preocupá-la. "Eu falava que, se eu contasse para minha mãe, ela ia ficar muito triste", desabafou.

Violências só foram descobertas após o fim da relação

Também ao júri, a mãe da jovem afirmou que só descobriu o que a filha sofria mais de um ano após o fim do relacionamento dela com Jairinho. Segundo ela, a filha revelou os episódios enquanto assistia a uma reportagem sobre violência infantil.

"Ela começou a chorar e falou que ele fazia isso comigo. Ela falou que ele batia, batia na cabeça dela, torcia o braço dela", relatou.

Ambas as testemunhas foram utilizadas pela acusação para sustentar a tese de que Jairinho mantinha um histórico de violência contra crianças.

Jairinho condenado pela morte de Henry Borel

Na madrugada da última quinta-feira (4), Jairinho foi condenado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo pela morte do enteado. A pena total fixada para o ex-parlamentar foi de 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão.

Já a acusação de homicídio doloso contra Monique Medeiros, mãe do menino, foi desclassificada pelos jurados. O Conselho de Sentença entendeu que houve negligência em sua conduta, reconhecendo a prática de homicídio culposo.

Ao justificar a decisão, a magistrada afirmou que Monique foi submetida, ao longo dos últimos cinco anos, a uma reação social que classificou como desproporcional e marcada por questões de gênero.

 

(Diário do Nordeste)