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Varjota: Preso por agredir esposa tem Mandado de Prisão de Santa Quitéria por morte

A Força Tática do Pelotão da Polícia Militar varjotense deteve, no início da noite desta terça (10/06/14), na conhecida rua do Quinze, no bairro Pedreiras, em Varjota o acusado Antonio Francivaldo Silva Torres (vulgo Canindé), residente no citado bairro, natural de Canindé. À princípio, a denúncia que havia contra ele era de que o mesmo estava embriagado, agredindo ou tentando agredir sua esposa de nome Maria Neusa Aragão Alves. 
Os guerreiros da PM foram ao local e prenderam o acusado. Ao checar seus documentos, os policiais descobriram que Canindé tinha contra si um Mandado de Prisão em aberto, decretado pela Justiça em Santa Quitéria, devido a acusação de um assassinato.
Em seguida os policiais descobriram que o acusado teria contra um segundo Mandado de Prisão, que seria por outro homicídio ou por tráfico de drogas. 
Antonio Francivaldo não foi processado por infração à Lei Maria da Penha, porque sua esposa negou que ele tivesse agredido a mesma. O telefonema para a Polícia partiu de um filho dela, que vendo o acusado embriagado e com agressões verbais, temeu que sua mãe fosse espancada.
A equipe do site Roberto Lira Notícias esteve na cadeia pública de Varjota, mas o Agente Penitenciário não permitiu que nossa reportagem entrevistasse o acusado.
Entrevistamos a esposa dele, que afirmou que ambos moravam no bairro Cinzas, em Santa Quitéria, até novembro do ano de 2013, quando resolveram morar em Varjota, onde ela tem um irmão, com quem o esposo estaria trabalhando como servente.
Neusa disse ainda que seu marido estava cumprindo pena no regime semi-aberto em Santa Quitéria, mas deixou de comparecer a cadeia, como a Justiça determinou.
 Ela afirmou que só sabe que Canindé responde por um homicídio, que os dois estão juntos há apenas 3 anos e que o assassinato teria ocorrido antes da união deles. Depois disso, segundo a mesma o acusado não teria nenhum crime.
A FTA de Varjota entrou em contato com a Polícia de Santa Quitéria para que o acusado seja transferido para a cadeia pública quiteriense.
Fonte: RobertoLiraNotícias