O advogado Daniel Biral, 33, integrante do grupo Advogados Ativistas
- que acompanha atos e protestos para oferecer auxílio jurídico para
manifestantes –, diz ter sido ameaçado de morte e torturado por
policiais militares após ser detido durante um ato na praça Roosevelt,
no centro de São Paulo, na noite desta terça-feira (1º), contra a prisão de dois manifestantes em junho.Biral foi preso por desacato à autoridade com uma colega, ao exigir a identificação de uma policial que acompanhava o ato. "Exigi que ela apresentasse ao menos a patente, já que ela estava cobrindo a identificação, que é obrigatória. Nesse momento outro oficial da tropa de choque me retira violentamente do local e me leva para trás dos escudos do choque", afirma o advogado.
Fonte: Uol Notícias