Já a deputada eleita Augusta Brita terá o mandato questionado pelo
Ministério Público Federal por beneficiamento da máquina pública de São
Benedito em prol de sua candidatura. Além dela, são responsabilizados o
prefeito da cidade, Gadyel Gonçalves, que é marido de Augusta, e o
secretário municipal de Administração e Finanças, Augusto Brito, pai da
candidata eleita.
A Procuradoria Regional Eleitoral alega que houve a contratação
irregular de 196 servidores temporários em período proibido pela
legislação eleitoral. Os trabalhadores ainda teriam sido utilizados em
atos de campanha da candidata Augusta Brito.
Além dos 196 servidores, a Prefeitura de São Benedito contratou 362
pessoas para prestar serviços temporários na Secretaria de Educação. A
ação assinada pelo procurador Rômulo Conrado pede a imputação de multas
aos envolvidos e a cassação do diploma de Augusta.
Fonte: Diário do Nordeste

