Policiais britânicos que investigam o
desaparecimento, em 2007, da menina Madeleine McCann chegaram a Portugal
para acompanhar o interrogatório de 11 pessoas.É o maior número de testemunhas convocadas pelos investigadores desde 2011.
Entre eles está o britânico Robert Murat, embora ele não seja suspeito.
![]() |
Caso Madeleine McCann |
12 de maio de 2011: Kate e Gerry McCann exibem uma cópia do livro que lançaram para mostrar a versão deles sobre o que aconteceu na noite do desaparecimento da menina Leia mais Andy Rain/EFE
Na época, ele chegou a processar jornais britânicos pela forma como foi retratado e conseguiu indenização.
Além de Murat e sua mulher, está previsto que a polícia interrogue outros dois britânicos e sete portugueses.
Em novembro, Murat disse à BBC: "Minha consciência está tranquila e eu não tenho nenhum problema de falar com a polícia de novo."
Alguns dos entrevistados são ex-funcionários do Ocean Club, onde os McCann estavam hospedados quando Madeleine desapareceu, disse o correspondente da BBC Christian Fraser.
Pedro
Ribeiro e o casal McCann trocaram e-mails para combinar a panfletagem.
Segundo sua mulher, Adriana, a mãe de Madeleine pediu ajuda após
descobrir que a cidade de Aparecida (SP) organiza uma celebração de
grandes proporções para homenagear a santa padroeira do Brasil do dia 12
de outubro Leia mais
Ele acrescentou que a polícia procurará por "inconsistências" com as respostas que as testemunhas deram há sete anos.
Pela lei portuguesa, se as autoridades suspeitam do envolvimento de um indivíduo em um crime mas não estão em posição para prendê-lo ou indiciá-lo, eles recebem status de "arguidos" - dando-lhes o direito de não responder a perguntas e à representação legal.
A polícia do Reino Unido forneceu mais de 250 perguntas para a polícia portuguesa fazer às 11 testemunhas.
No início deste ano, detetives de Londres voaram para o Algarve para ajudar em buscas em um matagal próximo ao resort onde Madeleine desapareceu.

Relembre casos famosos de desaparecimentos e sequestros
Amanda
Marie Berry (esq.) e Georgina Lynn Dejesus em fotografia de quando
tinham, respectivamente, 16 e 14 anos. As duas, que desapareceram ainda
na adolescência, há pelo menos dez anos, foram encontradas vivas no
Estado americano de Ohio, informou a polícia dos EUA. Também foi
encontrada uma terceira mulher, Michele Knight, de 32 anos Leia mais Divulgação/FBI/Reuters
Fonte: Uol Notícias

