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Nucleações escolares: Além do amparo legal, vontade de pais e alunos é permanecer na escola do São João

 
O caso da escola de Ensino Fundamental Básico II Antonio Ferreira de Lima, situada na localidade serrana de São João, que a gestão municipal através da Secretaria de Educação, emitiu comunicado aos pais da comunidade, que os alunos seriam transferidos para escola João Sampaio de Araújo em Várzea do Giló, em virtude da lei de nucleações escolares, foi o tema do último debate entre as vereadoras Efigênia Mororó e Arlete Mauricéia no ano de 2014, nas sessões da Câmara Municipal de Ipu. Diga-se de passagem, o embate foi vencido pela vereadora Efigênia Mororó.

No último embate entre as vereadoras, dia (27/11/2014), o tema principal foi a famosa lei das nucleações escolares, e a resistência de pais e alunos de São João, de acatarem essa decisão, dos alunos da referida comunidade, serem transferidos para a escola de Várzea do Giló.

A vereadora Arlete Mauricéia foi logo disparando em se tratando do assunto evidenciado: " Têm colegas, que têm a memória curta, esse projeto de lei das nucleações escolares, foi votado na gestão passada e estabelece que alunos de escolas menores, sejam transferidos para escolas maiores. Projeto que eu inclusive votei contra, porque via, que tinham escolas que ainda não estavam estruturadas, porquanto votou contra. E agora  que justificativa darão aos pais de São João, os vereadores que votaram a favor dessa lei?"

A vereadora Efigênia colocou por terra toda a argumentação da colega, quando apresentou a lei das nucleações escolares, cuja lei diz que as escolas pequenas devam transferir seus alunos para escolas que são polos. O que dirimiu todas as dúvidas, esclareceu todos os pontos questionáveis em relação a escola Antonio Ferreira de Lima do Sítio São João, de acordo com a lei que fora colocada em pauta, é escola polo, ou seja, tem que receber mais alunos e não transferir alunos, como assim está querendo a Secretaria de Educação do município de Ipu. A lei das nucleações, é a de número 300/2012.

A edil Arlete Mauricéia no afã de defender a administração, cometeu o deslize de não consultar a razão. E esqueceu de usar do bom senso, haja vista, o povo o qual é defendido pelos parlamentares, é assim que deveria ser, no caso da comunidade de São João, querem que todos os alunos permaneçam na escola local. Inclusive para que a vontade de todos ficasse expressa em documento, elaboram um abaixo assinado, com 130 assinaturas dos pais de alunos.
Confira abaixo o debate entre as vereadoras Efigênia Mororó e Arlete Mauricéia a cerca desse assunto que foi um dos mais polêmicos e debatidos do ano: