Há registros de que a água jorra mesmo em períodos de estiagem, tendo poderes "de cura"

Esta
história é passada entre gerações e recentemente foi publicada na
Gazeta Online. De acordo com o portal, muitas pessoas enfermas acreditam
que a água encontrada no túmulo de Maria Gilda é milagrosa e tem poder
de cura. Cientificamente nunca foi realizado estudo aprofundado sobre o
líquido.

O site da Prefeitura de Santa
Leopoldina confirma a veracidade da vida e morte da menina, que faleceu
quando estava sendo banhada em uma bacia, pela avó, Maria Zelinda
Avancini. O órgão informa também que: “antigamente, muitas caravanas, de
vários lugares do Brasil, vinham em romarias àquele túmulo, em busca de
curas e muitos se dizem curados”.
Guia
de turismo da região, Jefferson Rodrigues contou à Gazeta Online que, o
curioso é que “o túmulo fica acima da terra, em uma barra de concreto”.
“E como tem água? Muita gente fala que é o coveiro (quem coloca), mas
seria uma tradição de muito tempo, se fosse verdade”, diz.
Mesmo
em períodos de estiagem, há registros de que a sepultura continua
jorrando água. Indícios que “comprovam as origens milagrosas” da água,
ainda de acordo com a prefeitura, são devidos à avó da criança.
“Informam os mais velhos moradores da cidade que Dona Maria fora a
mulher mais caridosa que o município tivera e que seu sepultamento foi o
mais concorrido dos já realizados na cidade”, relata.
Fonte: Redação OPOVO Online