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Adolescente é espancada por colegas de aula e parentes vão em escola bater nas agressoras, diz polícia

 
 
Uma estudante de 18 anos foi espancada por três adolescentes dentro de uma escola estadual de Ponte Alta do Bom Jesus, na região sudeste do Tocantins. Depois desta confusão, parentes da jovem agredida foram até a unidade de ensino e bateram nas agressoras.

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que repudia qualquer tipo de violência e desenvolve programas para prevenir a violência nas escolas. Também afirmou que o caso será acompanhado e as medidas de segurança reforçadas.

Toda confusão aconteceu nesta quarta-feira (11) dentro da Escola Estadual Antônio Carlos de França. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra parte da confusão.

A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) informou que a Polícia Civil do Tocantins, por meio da 103ª Delegacia, abriu procedimentos investigativos para apurar os fatos.

Conforme a polícia, três adolescentes, sendo duas de 16 e uma de 15 anos, iniciaram agressões contra outra aluna, de 18 anos, dentro da escola. A vítima teve lesões em seu rosto, tórax, antebraço e coxa.

A luta foi contida por funcionários da própria escola. Uma das agressoras, inclusive, estava com um canivete que foi apreendido.

Ainda segundo a polícia, minutos após tomar conhecimento do ocorrido, a mãe e a avó da adolescente agredida foram até a escola para conversar com a direção.

Mas, repentinamente iniciaram agressões contra as adolescentes que haviam lesionado a jovem de 18 anos. Toda confusão também ocorreu dentro do ambiente escolar.

A polícia acabou sendo chamada e todos os envolvidos foram levados para a delegacia, onde foram ouvidos e depois submetidos a exame de corpo de delito, que constatou existência de lesões superficiais.

As menores de 15 e 16 anos foram autuadas por ato infracional análogo a lesão corporal. As outras foram submetidas a procedimento de investigação criminal.

Professores e demais profissionais da escola foram intimados para prestar depoimento e as investigações continuam.

 
 
Fonte: G1